Métodos de cobrança: fixo, por faixas e média da nota fiscal
Qual escolher e como o cálculo é feito em cada caso.
Para síndicosAtualizado em 29 de outubro de 2026
O método de cobrança determina como o preço é aplicado ao consumo medido de cada unidade. A escolha depende de como o condomínio quer repassar a conta: uniformemente, de forma progressiva ou espelhando a tarifa da concessionária.
Multiplica o consumo da unidade por um preço único. Ideal para gás canalizado ou situações em que o condomínio pratica uma tarifa plana.
Exemplo: R$ 8,50 por m³. Unidade que consumiu 12 m³ é cobrada em R$ 102,00, mais a taxa de disponibilidade se houver.
O consumo é distribuído entre faixas, e cada faixa tem seu próprio preço. O cálculo replica o modelo da maioria das contas de água e luz.
Unidade que consumiu 18 m³: 10 × 6 + 8 × 9 = R$ 132,00.
Uma faixa pode ser marcada como taxa fixa. Nesse caso, o valor é cobrado uma única vez se o consumo cair naquela faixa, em vez de multiplicar pelo consumo. Útil para mínimos contratuais.
Você anexa a despesa do fornecedor (ex.: conta da concessionária) e o sistema calcula o preço médio do m³ daquele mês (valor total ÷ consumo total), aplicando esse preço a cada unidade. Garante que o que é cobrado dos moradores bate exatamente com a fatura paga.
Quando a base é "Média da nota fiscal", você precisa anexar o lançamento de despesa correspondente do plano de contas (ex.: a conta da concessionária do mês). Sem isso, o cálculo não pode ser feito e "Gerar cobranças" fica bloqueado.
Não. O preço médio é calculado apenas a partir do consumo (valor total ÷ consumo total). A taxa de disponibilidade, quando configurada no tipo, é somada por cima desse cálculo, em cada leitura.
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